Segundo os construtivistas, não se aprende por pedacinhos, mas por mergulhos em conjuntos de problemas que envolvem vários conceitos simultaneamente.
No caso da alfabetização, utilizar textos do cotidiano é muito mais produtivo do que seguir uma cartilha. Isso não quer dizer que o ensino não deva ser objeto de planejamento e sistematização.
Você, professor, costuma ficar atento ao que cada aluno ja sabe para fazer com que avance, em ritmo próprio?
Fonte: Texto "Emilia Ferreiro A Estudiosa Que Revolucionou a Alfabetização" tirado da revista Nova Escola 125, Grandes pensadores.
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